Alea jacta est

Agora que os dias passaram e estou mais descansada, vejo como tudo aconteceu tão rápido. Talvez pela ansiedade, adrenalina do dia ou tudo junto, vejo o fato da última semana como um impulso, do qual não me arrependo e ainda curto e sinto a excitação da novidade. Acho difícil esse sentimento passar tão cedo, pois descobri um mundo diferente, tenho muito o que explorar, mas eventualmente passará e tenho que estar ciente disso.

Tudo aconteceu numa quinta-feira normal de trabalho, durante um intervalo entre um atendimento e outro. Confesso que foi apenas um contato virtual, mas o suficiente para que aquele banner que pipocou entre as notícias do dia, permanecesse aberto o resto da manhã. Foi como a serpente no jardim do Eden.

Durante o almoço até tentei me acalmar com um bom pedaço de torta de chocolate, mas o efeito durou apenas até o final da tarde.

Terminado o expediente, não me contive e cai em tentação. Os minutos que se passaram entre a saída do trabalho e o fato consumado pareceram intermináveis, mas acredito que disfarcei muito bem. Ninguém percebeu que eu mal podia me conter, parecia uma pessoa muito ciente de meus atos, como se não fosse minha primeira vez, mas era.

No fundo, acredito que as pessoas que realmente me conhecem, já esperavam este tipo de atitude, mas eu sempre achei que poderia resistir, não queria ser rotulada, como se a partir dali eu pertencesse a outro grupo de pessoas. O único que realmente me questionou, foi meu pai, ele é muito prático e não entende o porquê dessa minha atitude, ou talvez ele tenha mesmo razão, seja só frescura. O que realmente importa é que o fato foi consumado.

Os dias passaram, estou mais tranquila e não me arrependo. Um mundo novo sim, não há como negar, mas quero que os amigos saibam que ainda sou a mesma e por esta atitude não sou melhor nem pior que era antes, sou apenas eu, partindo para uma nova descoberta, ainda em processo de transição, mas que se mostra a cada momento muito satisfatória.

Amigos, mordi a maçã.

Comprei um Mac*.

Macintosh, ou Mac, é o nome dos computadores pessoais fabricados e comercializados pela Apple Inc. desde janeiro de 1984. O nome deriva de McIntosh, um tipo de maçã apreciado por Jef Raskin, responssável por iniciar o projeto para a Apple na década de 1970. Achei este comentário necessário para deixar bem claro do que se trata e evitar piadinhas com certo sanduíche!

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Happy Walkman to You!

Mesmo com alguns dias de atraso, o Alerta Geral não poderia deixar de comemorar o aniversário de 30 aninhos do tocador de música pioneiro da Sony: o Walkman!

Azul e compacto!

No dia 01/07/1979, foi lançado no Japão o revolucionário aparelho, pesando apenas 390 g, com o objetivo de tocar suas música preferidas em fitas K7, em qualquer lugar e a qualquer momento! Alguns até pensaram que a moda não pegaria, pela limitação de funções do aparelho para favorecer a portabilidade, porém o sucesso foi tão grande que em 1986 o Dicionário Oxford da língua Inglesa, incluiu o verbete “Walkman” como sinônimo de tocador portátil de música.

Objeto de desejo de muita gente e ainda à prova d'água!

O nome ainda é usado pelo fabricante em seus produtos, mesmo celulares, que apresentam a função de reprodução de música, porém o tamanho dos aparelhos, assim como o formato de armazenamento das músicas, mudou, e muito.

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A concorrência também ficou mais acirrada e hoje o “Walkman” moderno não é mais o líder de venda, perdendo para o aparelho da Apple, o iPod, que aos poucos assume o posto de sinônimo de tocador de música, ou melhor de tocador de mp3, mas isso não apaga o brilho do nome que trouxe para todos nós, passeios, viagens e muitas horas de ônibus, seja indo para a escola ou para o trabalho, mais agradáveis ao som de nossas músicas preferidas.

Fontes: http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1214379-6174,00.html

http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia-tecnologia/walkman-faz-30-anos-481337.shtml

Scooby-Doo, meu filho, cadê você?

Semana passada o Jornal Nacional apresentou uma série de reportagens sobre as Igrejas Evangélicas e as obras sociais por elas realizadas em todo País. O último episódio falou sobre a obra dos Luteranos  no Rio Grande do Sul e contou com imagens cedidas pela RBS, para um reconstituição da chegada de imigrantes alemães ao Rio Grande do Sul há 150 anos, uma bela imagem como podemos conferir.

Imigrantes no RGS

Crédito pela observação para Sempre Alerta, como o nome já diz!

Find Chuck Norris

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Realmente não sei se alguém já fez isso, mas lendo a revista Info Exame de Novembro, descobri esta busca que vale à pena conferir!

Entre no Google e escreva – find Chuck Norris – e clique no link do primeiro resultado da busca.

Simples… só não me responsabilizo pelas consequências…

Play it backwards… if you dare!

Já ouviu falar que algumas músicas tocadas ao contrário revelavam mensagens satânicas?

Nos tempos do LP, muita gente rodou o disco ao contrário para tentar encontrar uma destas mensagens, mas hoje, nos tempos do mp3, essa lenda foi esquecida… ou não!

Não só mensagens “satânicas”, mas também algumas bem humoradas, propositais e fruto da própria lenda, podem ser ouvidas no site: http://jeffmilner.com/backmasking.htm.

Outros exemplos podem ser conferidos no famoso “youtubiu”, como na música do Engenheiros do Hawaii, Ilusão de Ótica, totalmente proposital (http://www.youtube.com/watch?v=i5qZLtvTv5M).

Para saber mais: http://www.projetoockham.org/pseudo_discursos_1.html

Confira!

Abre o “Cuil” e procura

Foi oficialmente anunciada ontem e lançada hoje uma nova ferramenta de buscas na internet, o Cuil (www.cuil.com), o nome é gaélico e o significado e a pronúncia são os mesmos da palavra inglesa Cool. O site foi criado por ex-funcionários do Google e promete desbancar o rival, que atualmente é reponsável por mais de 60% das buscas na internet seguida de longe pelo Yahoo!, com uma capacidade de indexar mais páginas e novo visual (os resultados aparecem como em uma revista, em parágrafos e com fotos, quando disponíveis). Independente da “guerra” entre os buscadores, o que interessa é que nós continuamos na primeira página quando se busca “Nó de Cadarço”, ainda como Alarme Nerd, mas estamos lá!

A minha preocupação agora é como o nome do site vai ser pronunciado aqui no Brasil… se o Google é dito como “gogle”, Cuil será…

Da série… eu também posso ser super-herói

Este texto estava pronto antes, mas tive problemas para publicá-lo enfim, voltando ao assunto dos super-heróis…
Sendo uma pessoa comum ou não, o fato de se associar “super poderes” a quem não sofreu um acidente nuclear, ou não foi picado por algum bicho mutante vem de longe… talvez a primeira tentativa na televisão remeta a 1981, corrijam-me se eu estiver errada.
Criada por Stephen J. Cannel e estrelada por William Katt,Robert Culp e Connie Sellecca, a série “The Greatest American Hero”, transmitida pelo SBT como “O Super Herói Americano”, fez muita gente achar que poderia também ser um super-herói… e porque não?!
A coisa toda começa quando o pacato professor Ralph Hinkley (Willian Katt) e o agente do FBI Bill Maxwell (Culp), têm um contato imediato com um homenzinho verde no deserto Californiano. A dupla recebe uma caixa bacana contendo um uniforme vermelho bacana (para a época…) capaz de prover ao nosso herói, o professor, super poderes que certamente seriam muito úteis no combate ao crime não fosse um detalhezinho… o manual de instruções do uniforme é perdido ainda no deserto.

O fato é, nosso herói-professor, Ralph, o seu “ajudante” e agente do FBI, Bill e a sua namorada Pamela (Selleca), conseguem aos trancos e às vezes com ajuda alheia como o garotinho que ensina Ralph a voar, combater os vilões que nada mais são que bandidos comuns, nada lembrando os vilões dos quadrinhos que também possuiam algum talento particular.

Aos saudosos vale relembrar da introdução da série e a fantástica “Believe It or Not” cantada por Joey Scarbury (número 2 na Billboard em 1981):http://www.youtube.com/watch?v=xhNODBJozOU

Também nesta mesma linha de pessoas “comuns” como super heróis, mas desta vez sem roupas especiais, temos Bruce Willis e Samuel L. Jackson, no filme de M.Nigtht Shyamalan “Corpo Fechado” (Unbreakable – 2000). Aqui a história começa ao avesso. Elijah Price (Jackson) nasce com uma rara doença, chamada osteogênese imperfeita, caracterizada, resumidamente, por uma grande fragilidade óssea, e consequentes fraturas ao mínimo trauma, muitas ainda no útero materno.
Ele cresce recuperando-se de fraturas e lendo gibis, o que alimenta uma teoria até plausível ao meu ver de que se existe alguém tão frágil, a ponto de auto denominar “Sr. Vidro”, deve existir oposto, alguém extremamente resistente. Sua busca termina quando o segurança David Dunn (Willis), se mostra duro de matar ao sobreviver sem um arranhão a um terrível acidente de trem.
Price explica sua teoria e tenta de todas as formas convencer Dunn de que é exatamente desta forma que surgem os super-heróis que inspiram as histórias em quadrinhos e de que ele é o super-herói em pessoa com o poder de não se machucar e nem adoecer… neste caso sem regeneração envolvida (nada a ver com o Wolverine ou Claire), e a partir deste ponto a trama se desenrola… blá, blá, blá.
Enfim… onde eu gostaria de chegar é que você também pode ser um super herói e quem discordar, pergunte ao Stan Lee em “Who Wants To Be A Super Hero”. Ele solenemente diz que os heróis não se fazem com super poderes mas sim com o carater.
Concordo, mas uma mutaçãozinha ou um alienígena te dando um uniforme bacana e cheio de truques também ajuda, ou será que não?!.