Milagres de Natal

Está curado em nome do Corcel Amarelo

Natal é uma época especial no ano. Coisas incríveis podem acontecer pelas mãos de Deus e do Corcel Amarelo.

Sim… O Corcel Amarelo. Ele realiza milagres.

Contribuição do Leonardo.

Anúncios

Não Filarás!!!

Iabadabalula!

Modo de Produção Estático

Candidato Censurado

Matusa

Tarzan, o rei do quê?

Olha o que dá não prestar atenção no que está fazendo.

O designer desse brinquedo tem um tremendo senso de humor, é um safado-tarado-semvergonha ou é extremamente ingênuo.

Você daria este bonequinho para alguém?

O governator, o governator…

- Stay Rir - Au pi péck.

- Stay Rir - Au pi péck.

É do conhecimento geral que o atual governador do estado da Califórnia, Arnold Schwarzenegger, exerce o ofício de Téspio com inigualável mestria. Não só devido ao abundante talento dramático, mas também por causa do seu domínio sobre a língua inglesa: a pronúncia levemente suavizada pelo tempero austríaco veio a se tornar uma espécie de assinatura do astro.

Muitos devem pensar que o pendor artístico de Schwarzenegger, assim como seus músculos, foi lapidado ao longo dos anos, com denodado esforço e dedicação. Ledo engano: como os gringos costumam dizer, o austríaco é um natural, nasceu pra coisa. A prova dessa vocação inata está nesta sua primeira incursão pelo mundo do cinema, Hércules em Nova York,* de 1970. Aqui temos um apanhado das melhores cenas do filme.

Foi em outro meio, contudo, que Schwarzenegger pode finalmente revelar ao mundo todo o esplendor de seu talento. Em 1977 participou como coadjuvante de um episódio da série televisiva São Francisco Urgente, uma que trazia o Michael Douglas e o Karl Malden como dois tiras subindo e descendo ladeira a todo instante. Na abertura do episódio, Arnold era entrevistado por uma repórter, interessada no mundo do fisiculturismo. Alguma coisa (esteróides?), entretanto, fez com que o controle que o rapaz tinha sobre sua raiva desenvolvesse na proporção inversa do tamanho dos músculos. Para entenderem o que digo, vejam o vídeo.

Destaco alguns momentos:

00:53 – Arnie demonstra sua atávica aversão a dispositivos eletrônicos de registro de voz: “- Turn thét ov!”, ordena apavorado, diante do gravador de mão da jornalista. E arremata: “- And I’m no freak!” Se tu diz…

01:50 – O clima esquenta e a coisa vai tomando o rumo de uma trama de filme pornô (a estética é a mesma)… Retomando o foco, a repórter pergunta a Arnie como ele conseguiu ficar massarandubado daquele jeito: “- A gente malha até que fique doendo”. Mas sua pronúncia no idioma de Shakespeare confere um sabor único à frase: “- Vee Vork it ‘til id Hords.”, ou coisa que o valha. Ah…

03:31 – O melhor. O rapaz perde a compostura quando a moça ri de sua performance. Aqui é possível divisar o talento de Arnie em toda sua magnitude.

Apenas por curiosidade: a mina morre em decorrência dos chacoalhões e de ter sido arremessada contra um duríssimo… Sofá. Este será o crime que a dupla de policiais buscará solucionar ao longo do episódio.

Alfiderssên a todos

* Quem encontrar a versão integral de Hércules em Nova York por favor me passa o link: esse merece um Minuto a Minuto.