Edição ontem, edição hoje

Quero falar a respeito de edição e sua evolução e a velocidade com que as coisas acontecem na tela. Tudo isso baseado no que sempre foi, desde sua estréia, o máximo de sua época. Claro que o exemplo é James Bond.

Sempre que estréia um filme, mesmo que tenha referências com aventuras anteriores, o filme em si considera que embora seja passado, faz parte do passado da época em que se passa o filme. Tudo que está, em cada um dos filmes de 007 é o melhor. Tem a roupa da moda, para homem e para mulher. Tem as expectativas da tecnologia, tem o que se espera de um vilão e os medos da sociedade, por vezes transformados em piada involuntária, mas isto é praticamente assunto para outro post. Hoje é sobre edição de imagens. Tanto faz se edição de vídeo ou edição de filme.

No lançamento de 007 a serviço de sua majestade, o único com George Lazemby, lá em 1969, o trailer que atraia o público deveria mostrar muito, aliás, quase tudo. A edição do próprio trailer era lenta e com cortes que parecem apenas um amontoado de imagens. Depois, um trailer feito por um fã. É impressionante que parece ser até outro filme. Vale a pena ver os dois trailers e comparar a qualidade de uma edição e outra. Não é que tenha envelhecido ou se tornado ruim, mas sim é o representante de uma época.

Primeiro, o original

 

 

Trailer feito por um editor e fã de 007

 

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