Comerciais e animação

Tão antigo quanto o castigo de ajoelhar no milho, cobertores Parahyba apostaram num desenho animado. Foi em 1961 e ficou tanto tempo no ar que quando eu vi, já era outra versão do desenho com o mesmo jingle.

10 anos depois, a técnica de animação é praticamente a mesma, mas a televisão já começava a ser transmitida em cores.

Já quase no fim da década de 70, mais precisamente 1978, a técnica de animação empregada nos comerciais já beira a mesma dos grandes estúdios.

Em 1980, a animação já está absorvendo novas técnicas. Efeitos de composição dão brilho e volume diferentes. Não é exatamente computação gráfica, mas é quase.

1983. a Faber-Castell figurou na telinha com um comercial que virou hit… ou será um hit que virou comercial? Compare a qualidade de animação entre este e o primeiro. O domínio da técnica de animação, em 2D, ou seja, continua sendo pintura em acetato e gravação em filme quadro a quadro, é bem diferente.

Para fechar os 90, mais Pink Floyd do que nunca, o comercial Nova Era, da Sharp

Em 2000, a composição e a animação chegam a um ponto que não tem mais volta… computação gráfica.

E em 2010, um comercial de panelas com fotorealismo. Computação gráfica de primeira.

De qualquer maneira, em 2D ou 3D, comercial com animação é sempre legal. Quem faz pode secretamente experimentar coisas e contar uma história em 30 segundos ou menos sem limites. Animação pode tudo.

 

 

 

 

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