Um pouco de história

Festim
Gente, vamos organizar esse churras,
a carne não tá chegando aqui

Tá, eu sei, vocês já leram isto antes, mas o post tinha ficado bom e eu não vou desperdiçá-lo só porque a gente mudou de servidor:

Leiam o trecho lá embaixo, do recente lançamento Duas Viagens ao Brasil, da L&PM, escrito pelo navegante alemão Hans Staden, que veio bater com os costados nas praias brasileiras no século 16 e por aqui ficou anos prisioneiro dos índios tupiniquins, que por pouco não o comeram (opa). Que saber mais? Pesquisa aqui e aqui.

O título original do livro foi mudado provavelmente porque seria difícil para a galera memorizar História Verídica e descrição de uma terra de selvagens, nus e cruéis comedores de seres humanos, situada no Novo Mundo da América, desconhecida antes e depois de Jesus Cristo nas terras de Hessen até os dois últimos anos, visto que Hans Staden, de Homberg, em Hesen, a conheceu por experiência própria, e que agora traz a público com essa impressão.
Reparem particularmente nos trechos destacados:

Alguns dias depois, quiseram comer um prisioneiro numa aldeia chamada Ticoaripe, a cerca de seis milhas de Ubatuba. Da minha própria aldeia acorreram vários e me levaram junto. Fomos num barco. O escravo que queriam comer pertencia à tribo dos Maracajás. Como é costume deles quando querem comer um homem, preparam uma bebida de raízes que chamam de cauim. Somente depois da festa da bebida é que o matam.

Donde se deduz que embebedar para comer é tradição antiga neste país…

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Uma resposta

  1. Isso quer dizer que sempre houve turismo sexual?

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