O silêncio dos constrangidos…


O André reproduziu em seu texto sobre o novo James Bond uma conversa que tivemos justamente sobre essa tendência de filmes e franquias cinematográficas resolverem, para consertar a lambança feita ao longo de três ou mais filmes desastrosos, voltar os olhos para o passado, as raízes da franquia, no fenômeno que sacanamente qualificamos como “Geração Begins” – referência ao exemplar mais acabado desse modelo de pensamento, o Batman Begins de Chris Nolan. Na mensagem eu me referia ao Cassino Royale como uma espécie de 007 Begins e ao Smallville como Superman Begins (o próprio filme do Superman não é Begins, mas é um retorno, como disse certa vez o André, a quase tudo do primeiro filme, de Richard Donner). Eu arrematava arriscando que o ponto mais baixo dessa tendência era a segunda e tenebrosa trilogia de Star Wars feita por George Lucas, uma espécie de dispensável e tedioso Darth Vader Begins em três partes.

Eu achava que não haveria como ficar pior, portanto.
Mas havia me esquecido de que estava em produção este filme, uma espécie de Hannibal Begins, que aqui vai se chamar Hannibal: por Trás da Máscara, desde já concorrendo ao título de bomba de 2007 – e isso que eu nem vi o filme.

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